Sonhar é bom, o eterno, na maioria das vezes, agrada. Sonhar com sentimentos recíprocos, virtudes singulares, percepções de detalhes em complexidades, torna a vida igualmente singular, diferente.
Olavo de Carvalho disse uma vez o seguinte:
O sentimento segue aquilo que amamos. Se amamos o que é verdadeiro, bom e belo, ele nos conduzirá para lá. O problema, portanto, não é sentir, mas amar as coisas certas. Do mesmo modo, o pensamento não é guia de si próprio, mas se deixa levar pelos amores que temos. Sentir ou conhecer, nenhum dos dois é um guia confiável. Antes de poder seguir qualquer um dos dois, é preciso aprender a escolher os objetos de amor – e o critério dessa escolha é:Quais são as coisas que, se dependessem de mim, deveriam durar para sempre?Há coisas que são boas por alguns instantes, outras por algum tempo. Só algumas são para sempre.
Indo direto para a realidade, sim, sonhar é bom. Mas correr atrás do que realmente vale a pena é melhor ainda, se partirmos do pressuposto de que , o prêmio que te espera no final, é realmente grandioso. A pergunta que ainda me faço é : vale tudo para que o mesmo seja alcançado?
Com isso, termino meu conjunto de palavras em um texto confuso, vindo diretamente da cabeça confusa de uma mulher de 18 anos.